Eu sonhei que estava numa estrada e presenciava um fato chocante. Repórteres se aglomeravam para filmar do melhor ângulo uma mulher que, à beira da morte, agonizava o infortúnio de ter sido atingida por uma pedra no rosto. A bem da verdade, na altura da boca.
Dava-se conta, pelos comentários que explodiam simultaneamente por parte dos curiosos e profissionais da imprensa, que o motorista de um caminhão havia impedido, ou atrapalhado, a saída do veículo em que a mulher encontrava-se para o acostamento da pista, fazendo com que o socorro ficasse um tanto prejudicado.
Mesmo assim, eu pude presenciar sua saída de dentro do veículo. Saia algo escuro de sua boca, em grandes proporções. Algo como sangue coagulado. A região da boca estava deformada e com uma cor que ia do vermelho vivo ao roxo. Ela estava consciente e auxiliava as pessoas em seu seu socorro com informações úteis. Ao que parecia, ela era alguém bastante instruída. Provavelmente uma funcionária pública dos setores burocráticos do governo.
Rapidamente eu entrei em uma das barracas instaladas na área, uma espécie de tende de apoio, onde uma repórter, ou um repórter, finalizava a transmissão radiofônica de uma outra matéria. A região, ao que parece, era local de muita sujeição de acidentes e o caso da mulher atingida por uma pedra seria só mais um. Mesmo assim, chamei a repórter e contei-lhe sobre o fato que chamava atenção de muitas pessoas e outras equipe da imprensa, para que ela fosse ao local fazer uma cobertura, e assim, quem sabe, atrair a atenção de quem pudesse mais habilmente socorrer aquela mulher e livrá-la da morte tão iminente.
(Preste atenção às próximas palavras)
Eu disse: "Ei, vem cobrir uma outro fato. Uma mulher levou uma pedrada na boca e está consciente, mas botando muito sangue para fora". A repórter pareceu pouco impressionada com o relato, mas sensível a ele. Então acrescentei: "É uma crime atípico, não?" E a ela atalhou-me, dizendo: "Crime, não. Primeiro, precisamos saber o que foi!" Só então eu me dei conta de que a mulher poderia ter sido vítima de acidente. O estranho é que a primeira coisa que veio á mente foi "crime", que ela teria sido atingida por uma pedra arremessada intencionalmente por alguém.
Moral da história: Tanto a "minha" intervenção quanto a fala do repórter estavam em minha mente durante o sonho. A percepção precipitada de crime no caso, assim como a visão jornalística da repórter, todos estavam em minha mente, afinal, fui eu quem sonhou. Toda a inteligência e lógica dos meus sonhos são, de fato, minha inteligência e lógica. Ou, será que se eu fosse um trabalhador rural, de uma região afastada dos grandes centros urbanos, sonharia com a lógica presente no sonho?
Em fim, penso que as informações, sejam elas avançadas ou simples, todas estão em minha mente. A diferença está em como as uso. Ao que parece, a inteligência não é necessariamente a posse de informações, mas a habilidade em fazer uso delas. Uma pessoa, então, pode ser mais inteligente que outra contendo menos informação que ela, contanto que, fazendo boa aplicação da pouca informação que possui.
Se ambas as falas estavam em meu "banco de informações", o mérito da inteligência é meu. Porém, o que me chamou mais atenção foi o fato de que eu precisei de uma segunda pessoa, ainda que supostamente, pois foi sonho, para me fazer acessar outra informação, e essa, mais profunda, pelo menos em relação a anterior.
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terça-feira, 22 de maio de 2012
sábado, 13 de agosto de 2011
No Brasil, um país de cabras moles, as mulheres são barbarizadas
Este país não tem mais jeito. Se morre a prostituta, é porque era prostituta. Se morre a advogada, é porque era advogada. Se morre a mulher de malando, é porque era mulher de malando. Agora, se morre a juíza, é porque combatia o crime. Até quando ficarão justificando a inércia, a passividade diante do absurdo que é a violência contra a mulher? Está mais do que provado que a questão não atinge essa ou aquela classe econômica.
Na madrugada desta sexta-feira(12) foi a vez da juíza Patrícia Lourival Acioli sofrer, da maneira mais cruel e covarde, o que tantas outras mulheres passam neste Brasil sem homens. Sim, porque é inadmissível que aquele ser do sexo masculino, que tinha o poder de liberar proteção adequado para ela, vindo a público disse que não se fazia necessário maior proteção que a que a Juíza vinha recebendo diante das ameaças dos criminosos.
Como não se fazia necessário? Será que o corpo dela agora crivado de balas dá uma noção melhor de que realmente precisava? Sob que circunstâncias mais severas então seria justificada uma montagem de segurança em torno dela de forma mais efetiva? O que era preciso para convencer, sua morte? Pois tá ai a resposta: sim, ela precisava, concluam voces, autoridades bundas-moles!
É preciso punir criminosos exemplarmente. Resgatar os mais agudos métodos de condenação para esses criminosos, a fim de que os nervos do crime organizado se afrouxem diante da lei e todos aqueles que cogitarem praticar tais atos vomitem só de pensar em serem punidos.
Agora, cá para nós, que elementos covardes! Como ainda se julgam homens esses que se reúnem aos bandos, qual hienas, para atacar uma mulher?! Não, esses indivíduas não sairiam no "mano-a-mano" com ninguém, é provável. Isso, sem dúvida, é trabalho sujo de milicianos, o que põe as autoridades com o cú na mão, outro bando de fracotes com o rabinho sentado confortavelmente nas poltronas do Poder Público, sob acordos de paz firmados com o próprio crime organizado, empurrando seus mandatos com a barriga, enquanto a lei a cada diz, em linguagem explícita, que o crime compensa, sim, e vai muito bem por sinal.
Na madrugada desta sexta-feira(12) foi a vez da juíza Patrícia Lourival Acioli sofrer, da maneira mais cruel e covarde, o que tantas outras mulheres passam neste Brasil sem homens. Sim, porque é inadmissível que aquele ser do sexo masculino, que tinha o poder de liberar proteção adequado para ela, vindo a público disse que não se fazia necessário maior proteção que a que a Juíza vinha recebendo diante das ameaças dos criminosos.
Como não se fazia necessário? Será que o corpo dela agora crivado de balas dá uma noção melhor de que realmente precisava? Sob que circunstâncias mais severas então seria justificada uma montagem de segurança em torno dela de forma mais efetiva? O que era preciso para convencer, sua morte? Pois tá ai a resposta: sim, ela precisava, concluam voces, autoridades bundas-moles!
É preciso punir criminosos exemplarmente. Resgatar os mais agudos métodos de condenação para esses criminosos, a fim de que os nervos do crime organizado se afrouxem diante da lei e todos aqueles que cogitarem praticar tais atos vomitem só de pensar em serem punidos.
Agora, cá para nós, que elementos covardes! Como ainda se julgam homens esses que se reúnem aos bandos, qual hienas, para atacar uma mulher?! Não, esses indivíduas não sairiam no "mano-a-mano" com ninguém, é provável. Isso, sem dúvida, é trabalho sujo de milicianos, o que põe as autoridades com o cú na mão, outro bando de fracotes com o rabinho sentado confortavelmente nas poltronas do Poder Público, sob acordos de paz firmados com o próprio crime organizado, empurrando seus mandatos com a barriga, enquanto a lei a cada diz, em linguagem explícita, que o crime compensa, sim, e vai muito bem por sinal.
domingo, 6 de fevereiro de 2011
O jogador William Morais foi morto nesta madrugada de domingo
Segundo a Polícia Militar, o crime com William Morais ocorreu por volta das 2h30, na avenida Clóvis Salgado, no bairro Santa Terezinha. O meia estava a bordo de um automóvel parado e conversava com uma mulher que estava na via quando os três suspeitos abordaram o jogador e tentaram roubar o cordão de ouro que ele usava.
Segundo a mulher que conversava com Morais, o jogador acelerou o carro para tentar fugir quando foi atingido por um tiro nas costas. O meia morreu no local, enquanto os suspeitos fugiram.
Policiais militares que faziam o patrulhamento da região mostraram à mulher fotos de criminosos com passagem pela polícia que atuavam no bairro. Após a testemunha identificar um dos suspeitos, a PM o prendeu em sua casa. O homem confessou o crime e indicou a localização de seus dois comparsas, que também estavam em casa. Na residência de um deles, foi encontrado o revólver calibre 32 usado para matar Morais.
Em depoimento à polícia, os suspeitos, com idades entre 18 e 23 anos, afirmaram que não sabiam que a vítima era um jogador de futebol e que estavam interessados apenas no cordão de ouro de Morais. O PM Alessandro Portugal afirmou que um dos assaltantes já havia sido preso havia cerca de 20 dias por porte ilegal de arma
sexta-feira, 30 de julho de 2010
Quando voce quer ser esperto? Nesta vida ou aguarda para uma próxima?
Voce demora a perceber que alguém está tentando te "enrolar" ou é esperto o suficiente para não deixar que isso aconteça? É claro que alguns "espertos" acabam se dando mal, mas na verdade é porque não são. O policial que, num acesso de fúria incontrolável por não ter sua ordem atendida, atira na cabeça do motorista e depois diz que "mirou no pneu", certamente é um desses que aposta tudo na possibilidade das pessoas serem ingênuas, ou até mesmo da Justiça aceitar tamanho disparate.
O cantor Latino está sendo acusado de atentado violento ao pudor e estupro a uma menor, na época com 13 anos, do interior de Minas Gerais. Contra ele pesa o estado psicológico que mudou a vida da adolescente depois de ter ficado por quase um hora a sois com o cantor no camarim durante um show. Latino se defendeu no Twitter dizendo que "não faria com ninguém aquilo que não quer para a própria filha, de 9 anos". Não por este argumento, Latino. Busque outro o mais rápido possível. Pela lógica, traficantes de drogas não teriam filhos, assassinos não teriam filhos, assaltantes não teriam filhos, pedófilos não teriam filhos. Isso porque também não querem o mal para seus filhos, quanto aos filhos dos outros...
O cantor Latino está sendo acusado de atentado violento ao pudor e estupro a uma menor, na época com 13 anos, do interior de Minas Gerais. Contra ele pesa o estado psicológico que mudou a vida da adolescente depois de ter ficado por quase um hora a sois com o cantor no camarim durante um show. Latino se defendeu no Twitter dizendo que "não faria com ninguém aquilo que não quer para a própria filha, de 9 anos". Não por este argumento, Latino. Busque outro o mais rápido possível. Pela lógica, traficantes de drogas não teriam filhos, assassinos não teriam filhos, assaltantes não teriam filhos, pedófilos não teriam filhos. Isso porque também não querem o mal para seus filhos, quanto aos filhos dos outros...
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