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quinta-feira, 1 de setembro de 2011

A Jaqueline Roriz e CIA tuda aquilo que ela e eles merecem

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Primeiro, minha indignação. Indignado estou porque me ensinaram a cantar o Hino Nacional Brasileiro, com orgulho, com fervor e admiração. Mas olha o Estado Brasileiro em que estado está! Um covil de salteadores engravatados, fartos e enjoados de roubar, roubar e roubar. Eles agora esqueceram de vez a vergonha e roubam om público em público mesmo. Sim, pois ainda que façam barganhas com a moral e a ética de forma velada (votação secreta pela absolvição de uma ladra de quinta, só por que é uma de seus pares), o processo de tornar secreto tão vergonhoso ato já expõe coisa ainda mais horrenda: a renúncia ao resto de prestígio que as instâncias do legislativo ainda requeria a duras penas, cujas artérias da justiça já se encontram a ponto de infartar com a gordura de seus crimes fiscais, leitorais e administrativos.

Segundo, tem ela e eles meu desprezo. Se bem que, desprezo para gatunos contumazes é tudo o que eles querem (com excessão a uma excessão muito rara). Eles apreciam meu desprezo assim como o que toda a população prestar-lhes, para que no esquecimento fiquem seus atos vergonhosos sucumbidos, embora precisem ser lembrados nas próximas campanhas eleitorais, quando se voltarão para o povo, quais prostitutas em busca de remissão dos pecados.

Vergonhoso, indecoroso, vil e ordinário é o comportamento desses deputados, que já parecem não se incomodar com ovos podres na cara. Eles se limpam uns aos outros, são gentis em meio à ingentilidade com que lidam com assuntos sérios, sabendo que o importante é repartir benesses entre si. Ladrões, quais raposas que perdem o braço na armadilha, mas não se apartam dos costumes que nutrem seus vícios, por dinheiro, por prestígio, ou poder e ganância pura e simplesmente. Vermes imundos, viciados no roubo, que todos os adjetivos depreciáveis lhes sejam um elogio coroando suas cabeças embranquecidas de cinismo ou carecas de maquinar o mau. São eles apaixonados pela vilania de que se alimentam através do lodo que é a política feita no Brasil, vergonhosa e infeliz não que pariu tão mal formados caráteres, filhos da pátria desnaturados que são.

Que seus desejos infames de possuir o dinheiro do país, enquanto o povo geme magro e range os secos dentes, lhes recaiam em qualquer esquina das suas negociatas, e que se traiam uns aos outros, e que se inflamem uns contras os outros, com inveja, com traições, se matem e se consumam em seu território fétido que é Brasília.

Como disse o deputado Carlos Sampaio (PSDB-SP): “A Câmara mostrou que não tem mais sintonia com a sociedade.” Não tem, mesmo.  E a descarada ainda diz que quando roubou fê-lo "na condição de cidadã comum". Olha, ladra, a condição sua no ato do seu crime foi de criminosa, de ladra de quinta, mesmo. Cidadã comum não enche o traseiro com dinheiro ilícito, não.

terça-feira, 30 de agosto de 2011

Jaqueline Roriz fala de ética sem corar de vergonha. Como pode?

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Passou a mão no dinheiro público e gora fala de "ética"
A deputada Jaqueline Roriz disse que não pode ser julgada por um ato cometido quando era cidadã comum. É importante lembrar (talvez ela não percebe a diferença) que cidadãs comuns não enchem os bolsos com suborno, como ela fez. Ela, que responde a processo por quebra de decoro parlamentar, agora requer ética em seu julgamento.

Ora, ética corresponde à ética, mas se ela foi anti-ética, como agora se lembra do sentido doce dessa palavra? Logo ela que responde a processo por quebra de decoro parlamentar, depois de ter sido gravada, ao lado do marido, Manoel Neto, recebendo um pacote de dinheiro de Durval Barbosa, delator do escândalo de corrupção que ficou conhecido como mensalão do DEM do Distrito Federal.

Apontando o dedo para desviar a atenção da justiça, ela chegou a pedir a cassação da então deputada distrital Eurides Brito, que apareceu em um vídeo recebendo R$ 50 mil. Na ocasião, Jaqueline chamou Eurides Brito de cara de pau. De acordo com Sampaio, Jaqueline pediu a cassação de Eurides Brito alegando exatamente a mesma coisa que existe contra ela. “É muita desfaçatez chamar de cara de pau quem cometeu atitude idêntica”, disse Sampaio.

Jaqueline Roriz teve o pedido de cassação acolhido pelo Conselho de Ética da Casa no dia 8 de junho, depois que o relator do caso, deputado Carlos Sampaio (PSDB-SP), apresentou relatório recomendando a perda do mandato.