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quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

Deputados ganham tablets este ano de 2013

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Os deputados se comportaram muito bem no ano passado e Papai Noel resolveu passar por lá. Para não deixar os deputados federais e senadores com inveja da câmara da Bahia, que doou 10 cestas de Natal para cada deputado, a Câmara dos Deputados vai dar neste ano de 2013 um tablet para cada deputado. Não é pessoal, claro, ficará fixado nas bancadas do plenário.
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Tablets serão afixados durante recesso parlamentar

A propósito, pensando nos tablets fixos, algo me lembra aquelas canetas dispostas pelas bancadas em casas lotéricas, sempre presas a um barbante, para que alguém com mão viciada nas coisas alheias não acabe levando embora, sem querer.

Os 539 tablets sairão a um custo de R$ 609,7 e serão afixados durante o recesso parlamentar. Rápido pessoal, afixem bem esses tablets que os homens estão voltando das férias!

sábado, 7 de abril de 2012

A indústria das Chuvas vai muito bem, obrigado!

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Chuvas em Teresópolis(RJ), em abril deste ano
É uma pena que gente trabalhadora, que economiza de onde não poderia mais cortar custos a fim de comprar seu automóvel ou sua casa, perca tudo de uma hora para a outra por conta do descaso da administração pública. E ainda vem o governo com sua propaganda eleitoral, convocando os jovens, chamando-os de "guerreiros" para que tirem ou regularizem o título eleitoral. Nas próximas eleições teremos apenas que decidir entre um corrupto mais "simpático" e outro mais deslavado. Que heroísmo há em empossar um canalha no lugar de um cretino?!

O cidadão da foto acima não é vítima de uma catástrofe natural, é vítima do descaso dos governos em seu pais, isso sim. Só este ano, em janeiro o Governo Federal anunciou a liberação de 75 milhões de reais para os estados de Minas Gerais, Rio de Janeiro e Espírito Santo. Alguém arrisca um palpite para acertar o paradeiro dessa verba? Olhe para a cena e tente adivinhar.

No Brasil foi criado um fundo de prevenção a tragédias e desastres naturais, que possui atualmente R$ 444 milhões. Isso sugere algo muito semelhante à indústria da seca(clique e leia), no Nordeste. É o fundo de ajuda aos "necessitados". Necessitados de viajar para Miame, necessitados de pagar jatinhos, compras de fazendas, de engordar aquela conta no exterior, etç. Aqui, no Sudeste, a Indústria das enchentes(clique e leia) vai muito bem, obrigado!

Segundo o ministro da Integração Nacional, Fernando Bezerra Coelho, as despesas seriam para:
  1. "mantimentos, 
  2. abrigamento, 
  3. pagamento de aluguel social, 
  4. combustível, enfim, 
  5. todas as despesas necessárias ao restabelecimento da situação anterior ao quadro do desastre”.
  6. Adequação ambiental e prevenção de novas catástrofes.

Agora, convido voce, caro leitor a trazer para nossa mesa de debate uma tabuada. Isso mesmo, a tabuada e uma calculadora. Isso, vamos às contas: é mais caro remediar ou prevenir?

Foi o que eu pensei. Prevenir sai mais em conta. Hora, as medidas de paliativas só seriam justificáveis uma vez. No ano seguinte, dada a experiência com os estragos das chuvas do ano anterior, seria de se supor que o governo tivesse aprendido. No entanto, pode escrever: o ano que vem, isso mesmo, em 2013, novas verbas serão destinadas, ou anunciadas, para conter os estragos das chuvas no Rio de Janeiro.

Evitar que as mesmas chuvas causem os mesmos estragos, isso não. Porque, como eles iriam justificar as mesmas verbas saindo dos cofres públicos?!

sexta-feira, 14 de outubro de 2011

A justiça brasileira deve ter mãe na zona, não é possível. Nosso jornalismo é frouxo

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Gente, alguém sabe explicar o que é isso? Eu sinto, não digo que náusea, mas sim uma espécie de "canseira", desânimo e tristeza quando vejo isso repetidamente nos noticiários. Se voce puder lançar uma luz e explicar para mim, eu agradeço de coração. O negócio é o seguinte: Como em inúmeros outros casos semelhantes, onde não se tem dúvida sobre quem é o autor, porque o próprio confessa, e não bastasse confessar, as evidências reforçam a própria eloquência dele, pois bem, os jornais ainda publicam da seguinte forma: "suspeito disso", "suspeito daquilo outro", etç. Ora, mas se já foi identificado o autor, e ele próprio diz:"fui eu quem fez, fiz assim e assim e assim, usei isso e aquilo outro, etç", então não há dúvida. E se não há dúvida, que publiquem conforme a confissão do próprio autor do crime, seja lá qual for. E se a justiça depois vier cobrando do jornalista, "olha, voce ofendeu 'a dignidade' do senhor bandido", ou ainda, "voce cometeu um crime de injúria contra o ilustre assassino, contra o digníssimo ladrão, contra o honorável corrupto, etç", ainda assim esse jornalista poderia dizer, "olha, meritíssimo (não caia na tentação de confundir com filho ou esposo da meretriz), se isso é crime o próprio autor o cometeu antes contra si mesmo, pois foi ele quem declarou-se como tal em público", e ponto. Poderia completar então: "Eu só estou repetindo as declarações dadas por ele", ou , "por quem com propriedade o fez". Mas o jornalismo brasileiro é frouxo, e por incrível que pareça ainda sobrevive sob os traumas e ameaças da vergonhosa Ditadura Militar.

Não é esse o motivo da minha "observação", mas eu diria que foi a gota d'água: Leio no portal iG a seguinte manchete:
"TJ-DF nega habeas corpus a professor suspeito de matar aluna"
Vem cá, suspeito? Por que?  Se esse criminoso for só suspeito, então o Portal comete um delito ao noticiar anteriormente o seguinte:"Um professor do curso de Direito do Centro Universitário de Brasília (UniCeub) matou uma aluna em Brasília nesta sexta-feira. Suênia Sousa Faria, de 24 anos". Ora, aqui está se dizendo que ele matou. Lá, diz-se apenas que ele é suspeito. Não entendo. Todos sabemos, porque a própria imprensa divulgou à exaustão, que consta em 'Boletim de Ocorrência', lavrado a poucas horas do crime, que o assassino, e ex-professor de direito(sim, porque duvido que alguém aprenda sobre Direito com um cara errado desses), Rendrik Vieira Rodrigues confessou ter matado a estudante Suênia Souza Faria, e entregou o cadáver ao próprio delegado. Ora, por que ainda a mesma imprensa vem com esse negócio chocho de "suspeito"? O que falta para ele deixar de ser suspeito? Matar mais umas cinco estudantes? Então, neste caso, dá-lhe pois, ó "justiça cega", o "Habeas Corpus" requerido pelo advogado do assassino "coitadinho".

Outra coisa que tem que acabar é com esse negócio de ficar tratando assassinos como professor, doutor, médico, etç. Para mim, ele(ou ela) tinha esse mérito antes de cometer seus crimes. Agora, honra e méritos foram para o "beleléu", é coisa do passado. A realidade agora é: assassino Fulano de Tal, ladrão Beltrano ou corrupto Sicrano, isto sim.
Rendrik  Vieira Rodrigues, ex-professor de Direito. Assassino confesso.

terça-feira, 30 de agosto de 2011

Jaqueline Roriz fala de ética sem corar de vergonha. Como pode?

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Passou a mão no dinheiro público e gora fala de "ética"
A deputada Jaqueline Roriz disse que não pode ser julgada por um ato cometido quando era cidadã comum. É importante lembrar (talvez ela não percebe a diferença) que cidadãs comuns não enchem os bolsos com suborno, como ela fez. Ela, que responde a processo por quebra de decoro parlamentar, agora requer ética em seu julgamento.

Ora, ética corresponde à ética, mas se ela foi anti-ética, como agora se lembra do sentido doce dessa palavra? Logo ela que responde a processo por quebra de decoro parlamentar, depois de ter sido gravada, ao lado do marido, Manoel Neto, recebendo um pacote de dinheiro de Durval Barbosa, delator do escândalo de corrupção que ficou conhecido como mensalão do DEM do Distrito Federal.

Apontando o dedo para desviar a atenção da justiça, ela chegou a pedir a cassação da então deputada distrital Eurides Brito, que apareceu em um vídeo recebendo R$ 50 mil. Na ocasião, Jaqueline chamou Eurides Brito de cara de pau. De acordo com Sampaio, Jaqueline pediu a cassação de Eurides Brito alegando exatamente a mesma coisa que existe contra ela. “É muita desfaçatez chamar de cara de pau quem cometeu atitude idêntica”, disse Sampaio.

Jaqueline Roriz teve o pedido de cassação acolhido pelo Conselho de Ética da Casa no dia 8 de junho, depois que o relator do caso, deputado Carlos Sampaio (PSDB-SP), apresentou relatório recomendando a perda do mandato.